Guia de Nutrição Vegana para Adultos da União Vegetariana Internacional (IVU)

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ÍNDICE DO GUIA

PARTE 1 -  CONHECENDO O VEGETARIANISMO

1. DEFINIÇÕES

2. MOTIVOS QUE LEVAM AO VEGETARIANISMO

3. AMEAÇA À SAÚDE GLOBAL: IMPACTO DO CONSUMO DE ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL

3.1. Escolhas alimentares e sustentabilidade

3.2. Um futuro próximo

3.3. Pandemias e epidemias

3.4. Resistência antimicrobiana

4. O VEGETARIANISMO NO MUNDO

PARTE 2 — EFEITOS SOBRE A SAÚDE

1. POTENCIAL DE PREVENÇÃO E TRATAMENTO POR MEIO DA ALIMENTAÇÃO VEGETARIANA

1.1 Fibras 1.2 Microbiota 1.3 Antioxidantes, fitoquímicos e fitoesteróis 1.4 Exclusão dos produtos animais 1.5 Gordura saturada 1.6 Produtos de glicação e lipo-oxidação avançada 1.7 Óxido de trimetilamina (TMAO) 1.8 Ação térmica sobre a carne 1.9 Ácido N-glicolil-neuramínico (Neu5Gc) 1.10 Ferro heme

2. AGROTÓXICOS

3. DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS 3.1 Revisões sistemáticas e metanálises 3.2 Estudos controlados 3.2.1 Diabetes 3.2.2 Doenças cardiovasculares 3.2.3 Câncer 3.2.3.1 Próstata 3.2.3.2 Mama 3.2.4 Obesidade 3.2.5 Anorexia nervosa

PARTE 3 — SUPLEMENTAÇÃO

Não existe criação animal intensiva sem suplementação intensiva: onívoros são mais suplementados do que vegetarianos.

1. Proteína 2. Vitamina B12 3. Cálcio 4. Iodo 5. Ômega-3 6. Considerações finais

PARTE 4 — ADEQUAÇÃO NUTRICIONAL DA DIETA VEGETARIANA

1. Conhecendo os grupos alimentares 2. Plano alimentar vegetariano

PARTE 5 — MACRONUTRIENTES

1. Carboidratos

2. Gorduras 2.1 Ômega-3 2.1.1 Resumo do capítulo 2.1.2 Funções 2.1.3 Conversão de ALA em EPA e DHA e de LA em AA 2.1.4 Metabolismo do DHA no corpo humano 2.1.5 Fatores que afetam a elongação e dessaturação de ALA 2.1.6 Indivíduos com alterações genéticas 2.1.7 Retroconversão: DHA se transforma em EPA, mas EPA não se transforma em DHA 2.1.8 Quanto e como usar o ALA na dieta vegetariana 2.1.9 Estado nutricional de ômega-3 em vegetarianos 2.1.10 Vegetarianos e veganos devem usar suplemento de DHA? 2.1.11 Só vegetarianos precisam prestar atenção nas fontes de ALA? 2.1.12 Fontes alimentares 2.1.13 Suplementar DHA oriundo de microalgas funciona? 2.1.14 Não utilize óleo de peixe como fonte de EPA e DHA 2.1.15 Parecer da IVU sobre o uso de ômega-3 em vegetarianos/veganos 3 Proteínas 3.1 Resumo do capítulo 3.1 Ingestão de proteínas em populações vegetarianas 3.2 Ingerindo calorias suficientes, geralmente ingerimos proteínas suficientes 3.3 A qualidade da proteína 3.4 Aspectos positivos pouco comentados da proteína vegetal 3.5 Sobre a soja 3.6 Não há evidência de deficiência proteica em vegetarianos 3.7 Aminoácidos na dieta vegetariana 3.7.1 Necessidade de aminoácidos 3.7.2 Os vegetais contêm todos os aminoácidos 3.7.3 Adequação de aminoácidos na prática 3.8 Troque as carnes pelas leguminosas 3.9 Como ajustar a proteína e os aminoácidos ao adotar uma alimentação vegetariana 3.10 Parecer da IVU sobre o uso de proteínas e aminoácidos por vegetarianos

PARTE 6 — MICRONUTRIENTES

1. Vitamina B12 1.1. Resumo do capítulo 1.2. Sobre a vitamina B12 1.3. Fisiologia: absorção e transporte da B12 1.4. Ações metabólicas 1.5. Deficiência de B12 1.6. Diagnóstico da deficiência de B12 1.7. Níveis adequados de vitamina B12 1.8. Estatísticas sobre deficiência de vitamina B12 1.9. Recomendação de ingestão de vitamina B12 1.10. Fontes alimentares de vitamina B12 1.11. Fatores alimentares que interferem com a B12 1.12. Tratamento da deficiência 1.12.1. Tipos de B12 1.12.2. Oral ou intramuscular 1.12.3. Oral ou sublingual 1.12.4. Pasta de dentes 1.12.5. Em jejum ou com alimentos? 1.12.6. Por quanto tempo utilizar? 1.13. Resposta esperada ao tratamento 1.14. Toxicidade, efeitos colaterais e interpretações equivocada sobre a B12 1.15. Manutenção dos bons níveis atingidos 1.16. Prevenção da deficiência 1.17. Ao me tornar vegetariano, quando devo começar a suplementar? 1.18. Parecer da IVU sobre a Vitamina B12 nas dietas vegetarianas

2. Vitamina D

2.1. Resumo do capítulo 2.2. Metabolismo da vitamina D 2.3. Recomendações de ingestão 2.4. Avaliação do estado nutricional de vitamina D 2.5. Fontes alimentares de vitamina D 2.6. Enriquecimento com vitamina D e alimentos "alternativos" 2.7. Tratamento 2.8. Toxicidade 2.9. Estudos sobre deficiência de vitamina D em grupos vegetarianos 2.10. Parecer da IVU sobre a vitamina D nas dietas vegetarianas 3. Cálcio 3.1. Resumo do capítulo 3.2. Metabolismo do cálcio 3.3. Recomendação de ingestão de cálcio 3.4. Como é a ingestão de cálcio em grupos vegetarianos? 3.5. Determinantes da massa óssea 3.6. Massa óssea de grupos vegetarianos 3.7. Fatores antinutricionais 3.8. Fontes alimentares 3.8.1. Alimentos enriquecidos 3.8.2. Água rica em cálcio 3.8.3. Tofu 3.8.4. Biodisponibilidade 3.8.5. Alimentos mais ricos em cálcio 3.9. Suplementação de cálcio 3.10. Parecer da IVU sobre o cálcio nas dietas vegetarianas

4. Ferro

4.1. Resumo do capítulo 4.2. Entendendo a importância do ferro 4.3. Funções metabólicas 4.4. Absorção 4.5. Ferro heme 4.6. Transporte e estoque 4.7. Reciclagem do ferro 4.8. Regulação da homeostase sistêmica 4.9. Anemia ferropriva 4.10. Deficiência de ferro 4.11. Diagnóstico da deficiência de ferro 4.12. Estado nutricional de ferro em vegetarianos 4.13. Necessidade de ingestão de ferro por vegetarianos 4.14. A ingestão de ferro pelas populações vegetarianas 4.15. Otimizando as fontes alimentares de ferro 4.16. O consumo de carne não supre as necessidades de ferro 4.17. Deficiência de ferro se trata com suplemento 4.18. Parecer da IVU sobre o ferro em dietas vegetarianas

PARTE 6 — MICRONUTRIENTES

5. Zinco

5.1. Resumo do capítulo 5.2. Funções do zinco 5.3. Cinética e distribuição corporal 5.4. Absorção 5.5. Recomendação de ingestão 5.6. Determinação do estado nutricional de zinco 5.7. Adaptações em caso de baixa ingestão de zinco 5.8. Estudos populacionais em vegetarianos 5.9. Teor de zinco nos alimentos 5.10. Parecer da IVU sobre o zinco nas dietas vegetarianas

6. Iodo 6.1. Resumo do capítulo 6.2. Da história do iodo ao enriquecimento do sal 6.3. Ingestão recomendada 6.4. Funções do iodo no organismo humano 6.5. Excesso de iodo 6.6. Metabolismo do iodo 6.6.1. Produção de hormônio tireoidiano 6.6.2. Resposta metabólica à baixa ingestão de iodo 6.7. Alimentos e nutrientes que, teoricamente, podem afetar a produção de hormônio tireoidiano 6.8. Fontes de iodo 6.9. Alimentação vegetariana e deficiência de iodo 6.10. Parecer da IVU sobre iodo em dietas vegetarianas PARTE 7 — FATORES ANTINUTRICIONAIS 1. Resumo do capítulo 2. Antinutrientes: ações benéficas e cuidados nutricionais 3. Lectinas 4. Oxalatos 5. Substâncias bociogênicas 6. Fitoestrogênios 7. Fitatos 8. Taninos 9. Parecer da IVU sobre fatores antinutricionais PARTE 8 — BIBLIOGRAFIAPARTE 9 — CARDÁPIOS GLOBAIS CALCULADOS 1. Africano 2. Brasileiro 3. Chinês 4. Europeu 5. Indiano 6. Norte-americano

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